Se minha vida se transformasse em filme, seria um cult/alternativo, daqueles que poucas pessoas gostam de ver (eu gosto \o/).
Poderia ser um longa, média ou curta metragem, depende de quem o dirigisse e quais pontos seriam escolhidos pra entrarem pro roteiro.
Uma coisa eu já afirmo, a trilha sonora iria ser imensa, não sei, mas talvez fosse melhor nem sair em vinil ou CD, deveria sair no formato digital, mas nada de pendrives ou CDs/DVDs de MP3, necessitaria de um HD com muitos gigas, afinal, como eu costumo dizer:
A música é o que me mantém vivo
Quanto à cor, eu acho que poderia ser algo no estilo “O Mágico De Oz” e “Alice Na Terra Dos Ácidos”: começa em preto e branco e depois fica colorido, mas eu acho que prefiro que comece em sépia.
Gostaria que fosse feito por um bom roteirista e um bom diretor, que não inventasse nada demais, nada cheio de glamour e efeitos especiais (ou seja, longe dos estúdios de Hollywood POR FAVOR), que apenas retratasse a vida, que na maioria das vezes nem é muito interessante (inclusive a vida daquelas pessoas que “se acham” hiper legais, animadas e tal [vejo umas coisas no Twitter que as pessoas escrevem como se fosse algo fundamental pra sua existência, mas pra mim não passa de “pura merda”] muitas vezes tem um vida “de merda”, não tem relevância alguma no contexto mundial, mas elas acham que sair quase todo fim de semana ou todo dia é algo maravilhoso e fundamental {e sim, eu estou escrevendo isso pensando especificamente em 2 pessoas que eu sigo}).
O elenco seria bem generoso, mas seria bem “flutuante”, com muitas personagens temporárias e poucas fixas. Visto que conheci diversas pessoas ao longo da vida, porém tenho pouco ou nenhum contato com a maioria delas (por culpa minha, acho que me acostumei ao desapego,rs), e sei que ainda entrarão e sairão tantas outras.
O final do filme? Eu não sei como será, mas espero que deixe tudo bem explicado. Espero que não seja nada apocalíptico.
E por favor, não quero ver o bonequinho do jornal O Globo aplaudindo meu filme e também não gostaria de ver o meu filme ganhando Oscar.
16 outubro 2009
O filme da minha vida
23 setembro 2009
8:06
São 8:06, estava eu à caminhar quando um barulho ouvi, cai no chão e comecei a notar o sangue em meu corpo.
São 8:07, penso em o quanto foi vaga a minha vida inútil e mesquinha (não fiz quase nada de útil para melhorar o mundo), ou seja nada de diferente da maioria das pessoas.
São 8:08, finalmente morri, uma morte e uma vida em vão, igualzinho a maioria das outras pessoas, mas ao contrário dos outros, eu sei reconhecer isso.
São 8:09 “é incrível o que um minuto pode fazer”*
*Frase da música So Damn Lucky, do Dave Matthews, que você pode ver a letra original e a tradução aqui, e acompanhar o vídeo abaixo (na versão maravilhosa do DVD Dave Matthews & Tim Reynolds - Live At Radio City Music Hall):
Postado por Law às 11:52 2 argumentos
Marcadores: *Devaneios*, *Vídeos*, Dave Matthews Band, Morte, Vida
19 agosto 2009
À Noite
A noite escura come subitamente meu gélido espírito
À noite a melancolia chega
E com ela minha forma lúdica se vai
Fico mais frio, soturno, noturno
Acendo um cigarro
Bebo um conhaque
Fumo um baseado
Mas apesar de todas essas substâncias, não consigo encontrar o equilíbrio
Com um vento frio que entra pela aresta da janela
Sinto vontade de ter alguém ao meu lado
Quem sabe até mesmo por cima. Talvez por baixo?
Mas logo lembro:
“Sexo compra dinheiro e companhia
Mas nunca amor e amizade, eu acho
E depois de um dia difícil
Pensei ter visto você
Entrar pela minha janela e dizer:
- Eu sou a tua morte
Vim conversar contigo
Vim te pedir abrigo
Preciso do teu calor”*
Eu não estou em busca de dinheiro e companhia
Não, não
Pelo menos não hoje
Hoje eu gostaria de amor e amizade
Mas isso o sexo não compra, né?
Pelo menos não as verdadeiras [amizades]
As horas vão passando, penso em ler um livro
Mas estou demais entorpecido pelas substancias usadas esta noite
De forma que não conseguiria entender as letras impressas no livro
E eu não sou disléxico
Quem mandou eu me entorpecer?
Penso em jogar-me da janela
Jogar-me-ei ou pendurar-me-ei?
Talvez pendurado eu possa me sentir parte da noite, como um gárgula
Enfim, não sei
O álcool começa a sair de meu corpo
Afinal, a idéia de matar-me fez-me suar frio
A nicotina e o cânhamo ainda são perceptíveis por mim
Olho no relógio e já são 5:00 horas
O rádio desperta
Me preparo pra jogar-me
Mas eis que o ouço o Lobão me dando um conselho:
“A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível [é o prazer]
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não”**
É, o dia amanheceu
Eu vou “drumi”***
*Trecho da música La Maison Dieu da Legião Urbana
**Trecho da música Essa Noite, Não do Lobão, o "é o prazer" esta entre colchetes pois não faz parte da música, mas já foi cantada ao vivo
*** Expressão usada por Zé Da Luz no poema Ai Se Sêsse, gravado pelo Cordel Do Fogo Encantado
10 agosto 2009
2012? O fim do mundo?
A primeira profecia Maia
“A primeira profecia fala sobre o final do medo. Diz que o nosso mundo de ódio e materialismo terminará no sábado 21 de dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade devera escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante que ameaça destruir o planeta ou evoluir para a integração harmônica com todo o universo. [...]”Esse parágrafo foi retirado desse site, onde você pode obter mais informações, e se quiser tem este outro aqui.
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não”
26 julho 2009
Se Foi
Ela se foi
Assim como a primavera ela se foi
Repentinamente, como um vento frio que entra pela aresta da janela diretamente no hideograma tatuado em meu pescoço, ela se foi
Não me deu chance alguma de despedir-me, partiu, virou, bateu forte a porta e se foi.
Olhei me no espelho e notei meu reflexo incompleto, meu corpo distorcido
Meu olhar distante, profundo e vazio
Não era um olhar famoso como o de Thom Yorke ou Jean Paul Sartre
Era um olhar que não levava a nada.
Passei a tarde a dormir tentando reaver o que eu perdi
Mas onde procurar se eu não sei o que perdi?
O tédio era mais forte do que eu
E assim como a esperança, isso foi ela que se foi
Eu decidi me ir
Abri a janela, tirei a roupa, fiquei nu e me fui
Uma coisa no futuro não poderão dizer:
“Aqui jaz esperança”
Postado por Law às 23:00 2 argumentos
Marcadores: *Poesias*, Filosofia, Jean-Paul Sartre, Morte, Radiohead
01 julho 2009
Vamos pra puta que pariu?
Recebi por e-mail (que por sinal eu já havia recebido há um tempo atrás) e estou usando como desculpa pra atualizar esse fracassado blog. O texto não terá muito haver com o blog não, mas é só pra ajudar a difundir uma informação (praticamente) inútil.
Puta Que Pariu existe... e dá até para ir de ônibus!!!
Agora, quando alguém nos disser:
- Vá pra Puta que Pariu! - não vai ter mais problema, pois o lugar existe... e dá até pra ir de ônibus!
Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais e, uma grande surpresa, um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu!
A cidade é divida em 7 bairros:

